Amazônia: usamos imagens e algoritmos eficazes?

por Antônio Laranjeira

A cidade do Rio de Janeiro serviu por duas vezes como centro das questões do clima. As conferências ECO-92 e Rio+20 foram eventos mundiais idealizados pela Organização das Nações Unidas (ONU) para tratados e declarações de acordos entre organizações governamentais, não governamentais, científicas, além de jornalistas e representantes de diversos grupos e movimentos sociais.

Longe da realidade da Amazônia, mas perto dos maiores meios de comunicação e informação do Brasil, o ITS Rio assume o desafio de produzir estudos sobre a mudança climática e fomentar que outros think tanks e pesquisadores engajados em advocacy. 

A “Amazônia” e a “mudança climática” são fenômenos de natureza “tangível” e “intangível”, respectivamente, muito relacionados na prática. Pretendemos demonstrar ao longo desse ensaio e através de um estudo de caso inédito como isso é uma “soma de verdades”.

Filosoficamente e tecnicamente falando, a mudança do clima é um fenômeno impossível de se “ver em tempo instantâneo”, assim como percebemos o tempo ficar nublado. Apesar do desejo humano na possibilidade de “crer em tempo simultâneo”, a Amazônia na realidade é maior do que concebemos.

A cada descoberta científica, seja arqueológica ou biomedicinal, desvendamos o que é verdade ou mentira, o que é um risco para o presente e uma possibilidade de potencial para o futuro.

Mas então como a comunicação pode ser mais eficaz em casos de informações sobre a Amazônia e  a mudança climática?

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Ensaio Antônio Laranjeira